Vídeos e textos importantes sobre a cultura do estupro

Lista atualizada em 28/01/2019

Todos estão comentando sobre o caso da menina que acusou rapazes de a estuprarem no Rio de Janeiro e isso reacendeu a ideia de cultura do estupro. Muitos negam que tal concepção exista visto que o estupro é repudiado pela grande maioria, no entanto o termo não quer dizer só sobre a penetração forçada, é sobre algo muito maior, o sistema de objetificação e subjugação da mulher e sobre jogar a culpa na vítima pela violência que ela recebe. Separamos alguns vídeos e textos para que se possa compreender o porquê deste termo estar sendo usado. Confira!

VÍDEOS

TEXTOS

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/05/27/O-que-%C3%A9-a-cultura-do-estupro-e-por-que-%C3%A9-preciso-falar-sobre-ela

http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/06/6-coisas-que-voce-precisa-entender-sobre-cultura-do-estupro.html

http://tab.uol.com.br/estupro

http://www.brasilpost.com.br/2016/09/21/datafolha-estupro_n_12116016.html

http://www.comum.vc/conteudo-aberto/2016/5/27/9-coisas-que-voce-faz-que-perpetuam-a-cultura-do-estupro

http://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/07/realidade-abafada-dos-estupros-coletivos-no-brasil.html

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Os piores livros para a humanidade

Lista atualizada em 28/01/2019

Teóricos equivocados, ou mal intencionados, podem causar grandes prejuízos. A humanidade já teve livros que incentivavam a matança de mulheres consideradas bruxas, defendiam a inferioridade de certas nacionalidades, diziam que as mulheres eram menos inteligentes que os homens. Aqui estão listados 7 livros que causaram grandes problemas a humanidade pela história e talvez ainda causem, pois muitas das crendices e intolerâncias culturais podem ter sido passadas de geração em geração por culpa dessas literaturas distorcidas.

Aqui não estão todos, apenas alguns que tiveram grande representatividade. Devemos aprender com o passado para que não venhamos a cometer os mesmos erros, aí vai a lista:

1 – O Homem Delinquente (L’uomo Delinqüente), Cesare Lombroso, 1876

O médico e cientista italiano Cesare Lombroso defende, nesse livro, a teoria de que certas pessoas nasceram para ser criminosas e que isso é determinado por características físicas, como nariz adunco e testa fina, traços típicos dos judeus. A obra fez muito sucesso e influenciou o direito penal no mundo todo. Mas o problema maior foi que a obra também reforçou várias teorias racistas – principalmente o anti-semitismo nazista. O detalhe é que o próprio autor era judeu e sua intenção era simplesmente ajudar a ciência penal e jurídica. Atualmente, a teoria caiu no descrédito. Mas, mesmo assim, ainda há quem a defenda (vide o deputado Feliciano e outros do mesmo saco de farinha).

2 – Minha Luta (Mein Kampf), Adolf Hitler, 1925

O livro de Hitler tem, na verdade, 2 volumes. O primeiro foi escrito quando ele tinha 35 anos e estava preso por causa de uma tentativa de golpe de estado mal-sucedida. O segundo, inédito no Brasil, foi escrito já fora da prisão. O livro se destacou pelo racismo e anti-semitismo do autor, que via o judaísmo e o comunismo como grandes males e ameaças do mundo – o autor pretendia erradicar ambos da face da terra. A obra revela o desejo de transformar a Alemanha num novo tipo de Estado que abrigasse a raça pura ariana e que o tivesse como um líder de grandes poderes. Era um aviso para o mundo, mas na época ninguém de fora da Alemanha deu muita bola. Mein Kampf ainda hoje influencia os neonazistas.

3 – A Inferioridade Intelectual da Mulher, Carl Moebius, século 19

Psicólogo influente em meados do século 19, Moebius escreveu esse livro seguindo idéias já bastante disseminadas desde a época de Platão e Aristóteles e defendia a inferioridade feminina e a restrição dos seus direitos. Usando pesquisas e tabelas pseudo-científicas, ele comparou o desempenho feminino em determinadas áreas intelectuais quando em disputa com homens (em um teste parecido com o vestibular de hoje). Pensadores antifeministas citavam essa obra para apoiar teses de que as mulheres não deveriam ter uma série de direitos por serem “inferiores intelectualmente”.

4 – O Martelo das Bruxas (Malleus Maleficarum), Jacob Sprenger, 1485

Manual de caça às bruxas que levou muita gente à fogueira, o livro foi muito influente entre as igrejas católica e protestante. Jacob Sprenger indicou uma série de procedimentos para a identificação das bruxas: se a mulher tivesse uma convivência maior com gatos, por exemplo, já era suspeita. A obra foi responsável por quase 150 anos de matança indiscriminada de mulheres. A onda só passou depois que o método científico começou a prevalecer sobre a crença religiosa cega, a partir da publicação dos estudos de Isaac Newton. Com o pessoal discutindo assuntos científicos, pegava mal ficar caçando bruxa.

5 – Ensaio Sobre a Desigualdade das Raças Humanas (Essai Sur l’inégalité des Races Humaines), Joseph Gobineau, 1855

O livro do cientista social Gobineau virou referência obrigatória para aqueles que defendem a superioridade de algumas raças sobre as outras. O autor desempenhou por um bom tempo cargo diplomático na corte de D. Pedro II e achava o Brasil “uó” por ter tanta miscigenação. Segundo ele, a miscigenação degenera as sociedades porque piora as supostas limitações das raças inferiores (as não-brancas, para ele). A obra passou a ser usada para sustentar a legitimidade do tráfico negreiro. Sua tese foi tão aceita que até hoje existem alguns cientistas que mantém a crença na superioridade de algumas raças.

6 – O Indivíduo Contra o Estado (The Man Versus the State), Herbert Spencer, 1884

Embora alguns digam que essa é uma leitura injusta do livro, ele foi utilizado para a defesa do capitalismo selvagem no século 19, principalmente nos EUA. Spencer defende que, assim como ocorre na natureza, nas sociedades humanas também prevalecem os mais aptos. Isso quer dizer que os ricos e poderosos são assim porque estão mais preparados que os pobres. O livro passou a ser usado, então, para justificar a falta de ética nas relações comerciais, com a destruição implacável da concorrência, a busca incessante por riquezas e o pouco caso com os pobres.

7 – A Sedução dos Inocentes (The Seduction of the Innocent), Frederic Wertham, 1954

Tudo bem que o livro não gerou nenhuma atrocidade, mas ajudou a disseminar ideias equivocadas a respeito de uma coisa que a gente gosta: quadrinhos. No livro, o psiquiatra alemão-americano Werthan forjou argumentos para atribuir às HQs o papel de culpadas por casos de delinquência, abandono dos estudos e homossexualidade entre crianças e adolescentes. O livro foi lançado numa época em que as HQs eram um dos gêneros de leitura mais consumidos nos EUA e até o governo pensou em proibi-los (naquele tempo, rolava uma preocupação imensa nos EUA de que os jovens estivessem sendo corrompidos por idéias comunistas). Para evitar isso, as editoras lançaram o Comics Code Authority – um código de autocensura que ainda existe e que seria um indicativo de que o material publicado não iria degenerar os jovens.

8 – Democracia e Educação (Democracy and Education), John Dewey, 1916

A ideia básica do pensamento de John Dewey sobre a educação está centrada no desenvolvimento da capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno. Enquanto suas idéias gozam de grande popularidade durante sua vida e postumamente, sua adequação à prática sempre foi problemática. Seus escritos são de difícil leitura – ele tem uma tendência para utilizar termos novos e frases complexas fazem com que seja extremamente mal entendido, forçando reinterpretações dos textos. E a conseqüência? Uma geração de jovens com uma educação de qualidade inferior, que carece de uma sólida fundação em fatos e conhecimentos.

9 – Os Protocolos do Sábio Sião, 1807

O texto tem o formato de uma ata, que teria sido redigida por uma pessoa num Congresso realizado a portas fechadas, numa assembleia em Basiléia, no ano de 1807, onde um grupo de sábios judeus e maçons teriam se reunido para estruturar um esquema de dominação mundial. Nesse evento, teriam sido formulados planos como os de usar uma nação européia como exemplo para as demais que ousassem se interpor no caminho dessa dominação, controlar o ouro e as pedras preciosas, criar uma moeda amplamente aceita que estivesse sob seu controle, confundir os “não-escolhidos” com números econômicos e físicos e, principalmente, criar caos e pânico tamanhos que fossem capazes de fazer com que os países criassem uma organização supranacional capaz de interferir em países rebeldes.

10 – Meu Filho, Meu Tesouro (The Common Sense Book of Baby and Child Care), Benjamin Spock, 1946

Independentemente de você concordar com a metodologia de Spock, ninguém pode negar que muitas crianças provavelmente morreram em decorrência de seu conselho de colocar os bebês para dormir sob seus estômagos. Spock acreditava que se dormissem de costas poderiam sufocar no seu próprio vômito – levando à morte. Os cientistas finalmente descobriram que o conselho de Spock realmente levava a mais mortes por asfixia. As estimativas do número de mortes causadas por este conselho ruins são cerca de 50.000. Este livro claramente nos mostra que a falta da ciência em assuntos que envolvem saúde podem causar danos a sociedade, vai continuar querendo ouvir blogueiros não formados em nutrição falando de dietas? Acho que você pode substituir a blogueira por um nutricionista (e mesmo assim, tome cuidado com os nutricionistas que oferecem soluções fáceis)

*Não foram incluídos na lista livros mal interpretados. A Bíblia é um exemplo disso. O professor de filosofia da UNESP Jézio Gutierre acha que o caso com “O Capital”, de Karl Marx, também tem a ver com interpretações equivocadas. “Esse livro é um grito ético humanista e tem todas as características para ser um livro anti-atrocidade”, explica. Para ele, portanto, não se pode atribuir a essa obra os massacres que governantes socialistas promoveram. O Príncipe também é um lívro mal interpretado, pois é uma obra de lietal e não ideológica.


Fontes: Livros e Pessoas / Super Interessante

Vloggers que falam sobre ciência, filosofia e política sem viajar

Lista atualizada em 28/01/2019

A internet está cheia de vloggers (pessoas que produzem vídeos pessoais para internet), no entanto muitos falam apenas sobre temas cotidianos ou entreteinimento, são raros os que falam com propriedade ou serenidade sobre temas mais sérios. Na lista a seguir você verá canais em que os vloggers se propõe a ensinar ou debater sobre temas críticos como ciência, filosofia ou política:

1 CANAL DO SLOW

O tema principal do canal do Slow é história e ciência, ele narra as histórias de forma divertida sem esquecer de colocar suas opiniões, ele também faz vídeos sobre temas políticos mas claro se embasando em dados empíricos.

2 CANAL DO PIRULA

Primordialmente sobre ciência e ateísmo o canal do Pirula é produzido pelo biólogo evolucionista Paulo Miranda Nascimentopaulo nascimento, além destes temas ele fala também sobre questões políticas e faz críticas as pseudociências.

3 PRIMATA FALANTE

Davi Simões a frente do canal Primata Falante fala com propriedade sobre física e tece críticas sociais.

4 CANAL DO PEDRO NETO

Pedro Neto discute sobre política e movimentos sociais falando um pouco sobre ceticismo.

5 CIÊNCIA TODO DIA

Este canal é destinado a explicar conceitos e curiosidades científicos.

6 CRISTINA DALLA NORA

Cristina é uma psicóloga e faz vídeos de divulgação da área e sobre outros temas provocando sugerindo reflexões.

7 DO CAMPO A MESA

Francine Lima, jornalista com mestrado em nutrição em saúde pública pela USP, traz informações e questionamentos para ajudar você a pensar melhor nos seus hábitos alimentares.

8 DRAUZIO VARELLA

Dráuzio é médico famoso, no seu canal ele trás vídeos curtos e sucintos sobre saúde pública e comportamento.

9 FALA ZAMILIANO

Edgar Frossard é um assistente social, declarado de esquerda, e tece críticas sociais unindo a isto um pouco de entretenimento.

10 FALA ATALIBA

Ataliba traz críticas sociais e aborda sobre ceticismo.

11 FRANK JAAVA

Adriano Facioli é doutor em psicologia e trás debates sobre política e comportamento.

12 LEANDRO ZAYD

Leandro Zayd fala fundamentalmente sobre política propondo soluções aos problemas sociais.

13 MORGATÓRIO DO PÁSSARO

Omar Fadeyro aborda temas específicos da política.

14 PENSAMENTO CRÍTICO

Cesar Tarifa Neves fala sobre ceticismo e política.

15 UM SÁBADO QUALQUER

Carlos Ruas de forma bem humorada tece críticas as pseudociências e religiões.

Grandes pensadores da sociologia

Lista atualizada em 28/01/2019

Houve e ainda existem grandes pensadores da sociologia. Ambos descrevem em suas obras formas de compreender a sociedade de sua época, e desta forma, podemos ver de forma mais científica e crítica os meios sociais e assim apontar as qualidades e defeitos de nossas estruturas. Separamos uma lista de grandes pensadores que contribuíram com ideias sociológicas:

*para saber mais sobre algum dos pensadores clique sobre o nome dele para ser direcionado para a página na wikipedia

Fundador da Sociologia e do Positivismo, trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva.

Harriet Martineau foi uma jornalista, escritora, ativista e socióloga britânica. Harriet Martineau nasceu na Grã-Bretanha em uma família de huguenotes franceses. Ela é mais conhecida por seu compromisso social, como jornalista e como uma das fundadoras da sociologia.

Teve uma grande influência no desenvolvimento da sociologia aplicada devido às metodologias que propôs para estudar determinados fenômenos sociais.

Formalmente criou a disciplina acadêmica sociologia e, com Karl Marx e Max Weber, é comumente citado como o principal arquiteto da ciência social moderna e pai da sociologia.

Foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna. As teorias de Marx sobre a sociedade, a economia e a política – conhecidas coletivamente como marxismo – afirmam que as sociedades humanas progridem através da luta de classes.

Foi um teórico revolucionário alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi coautor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista.

É recordado sobretudo pela polémica que o opôs a Émile Durkheim. Ao contrário deste, Tarde enfatiza, na ação social, os indivíduos e não o poder de coerção exterior que se lhes impõe. Insere, assim, um cunho psicologista que nega a autenticidade do social.

Fez contribuições importantes para a teoria sociológica e em estudos de campo, além de ser responsável por trazer de novo Thomas Hobbes ao primeiro plano, através da publicação dos seus manuscritos.

Preocupou-se em descobrir os padrões de interação que subjazem às formações sociais mais latas (num registo a que hoje chamaríamos “microssociologia”).

Teve importância capital para a sociologia e a psicologia social, pertencente à Escola de Chicago (sociologia). Juntamente com William James, Pierce e Dewey, Mead faz parte de uma corrente teórica da filosofia americana denominada de pragmatismo.

Figura de destaque da Escola historicista alemã, Sombart está entre os mais importantes autores europeus do primeiro quarto do século XX, no campo das Ciências Sociais. Teve influência de Nietzsche e influenciou as idéias de Weber, de quem era amigo.

É considerado um dos fundadores do estudo moderno da sociologia, mas sua influência também pode ser sentida na economia, na filosofia, no direito, na ciência política e na administração.

Foi um sociólogo norte-americano e um dos mais eminentes pensadores da Escola de Chicago. O trabalho de Park se destaca por seus estudos em relações de raça, migração, assimilação, movimentos sociais e desorganização social no espaço urbano.

Ele viveu num período em que a sociologia se tornou um campo científico autónomo e manteve-se na linha da tradição da filosofia da história fazendo contribuições com teoria analisando a mudança social na civilização ocidental como uma confluência de civilização (intelectual e tecnológica), processos sociais (organizações) e cultura (arte, religião e filosofia). Ele levou a cabo análises empíricas e históricas acerca do crescimento e distribuição geográfica das cidades e do capitalismo.

Fundou em janeiro de 1893, o Jornal Internacional de Sociologia, o programa afirmou que seu objetivo era contribuir para o conhecimento dos fatos-científicos possíveis, ciência social em que, então, seria possível suporte para reformar a sociedade.

Suas obras focaram a relação entre poder, comportamento, emoção e conhecimento na História.

É um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt. A Filosofia de Theodor Adorno, considerada uma das mais complexas do século XX, fundamenta-se na perspectiva da dialética.

Afirma que cada vez mais a sociedade em geral, tem menos contatos entre os indivíduos e que duram menos. Uma das suas frases, em português se traduzem que “as relações escorrem pelos vão dos dedos”. E que os valores estão se perdendo, diante disso, o sociólogo revela que não é necessário buscar aspectos positivos do passado, mas sim redefinir valores atuais.

Tornou-se conhecido por ter sido o pai da expressão “sociedade pós-industrial”. Seu trabalho é baseado na “sociologia de acção” e seu principal ponto de interesse tem sido o estudo dos movimentos sociais.

Inserido na tradição da teoria crítica e do pragmatismo. Ele era conhecido por suas teorias sobre a racionalidade comunicativa e a esfera pública, sendo considerado como um dos mais importantes intelectuais contemporâneos.

Desenvolveu, ao longo de sua vida, diversos trabalhos abordando a questão da dominação e é um dos autores mais lidos, em todo o mundo, nos campos da antropologia e sociologia, cuja contribuição alcança as mais variadas áreas do conhecimento humano.

Anthony Giddens (18 de janeiro de 1938, Londres) é um sociólogo britânico, renomado por sua Teoria da estruturação[1]. Considerado por muitos como o mais importante filósofo social inglês contemporâneo, figura de proa do novo trabalhismo britânico e teórico pioneiro da Terceira via, tem mais de vinte livros publicados ao longo de duas décadas. Do ponto de vista acadêmico, o seu interesse centra-se em reformular a teoria social e reexaminar a compreensão do desenvolvimento e da modernidade.

No campo da filosofia social e prática, o nome de Axel Honneth está ligado ao projeto de relançamento da tradição da teoria crítica da Escola de Frankfurt, através de uma teoria do reconhecimento recíproco.

É filósofo, psicanalista e um dos principais teóricos contemporâneos. Transita por diversas áreas do conhecimento e, sob influência principalmente de Karl Marx e Jacques Lacan, efetua uma inovadora crítica cultural e política da pós-modernidade.


Sabe de mais algum grande sociólogo/a que não está na lista? Diga nos comentários!

Grandes artistas que fazem duras críticas à sociedade

Lista atualizada em 23/01/2019

Alguns artistas carregam em sua arte críticas sociais extremamente relevantes. Eles conseguem apontar relações de abuso de poder e de muita hipocrisia, característica fortemente presente em nós humanos. Separamos uma lista desses grandes e impactantes artistas. Confira. Continuar lendo “Grandes artistas que fazem duras críticas à sociedade”

Melhores páginas do facebook sobre feminismo

Lista atualizada em 23/01/2019

O facebook é a rede mais acessada do mundo e sem dúvida um dos assuntos mais debatidos nessa rede social é o movimento feminista. Abaixo uma lista com facebookpages de posicionamento pró-feminismo para você que se interessa pelo tema (sem dúvidas essa lista pode deixar muito machista revoltado), veja! Continuar lendo “Melhores páginas do facebook sobre feminismo”